PONTOS DE VENDA

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PONTOS DE VENDA: União dos Escritores Angolanos; Rede de Supermercados KERO; Tabacaria GRILO (edifício do Mercado de Benguela); Livraria SUCAM, Benguela; Livrarias LELLO, MENSAGEM e na SALA DE EMBARQUE do AEROPORTO INTERNACIONAL 4 DE FEVEREIRO, Luanda

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Utilidade pública (conforme e-mail recebido): Isabel Lhano, pintora e professora, apresenta a exposição “AQUI”. Vai ser no Centro de Memória de Vila do Conde, Portugal, sábado, 26/11

Isabel Lhano, pintora e professora, apresenta a exposição “AQUI” onde assina 30 anos de carreira. No próximo Sábado, pelas 22 horas, inaugura no Centro de Memória de Vila do Conde.


São 30 anos de arte e de trabalho, sentidos, vividos e transportados para a tela, que encontram no Centro da Memória o local certo para serem expostos: um espaço de memória, uma arqueologia de sentimentos. de destacar a festa que decorre no momento da inauguração, onde serão apresentados projectos inéditos nas áreas da poesia, dança e música, organizada com os amigos que acompanham a Isabel Lhano ao longo dos anos.
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sábado, 26.11.2011 , 22 horas, Centro de Memória de Vila do Conde


programa inauguração
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Centro de Memória de Vila do Conde


22H00 inauguração da exposição
22h30 poesia SILÊNCIO DA GAVETA + ISAQUE FERREIRA
23H00 música KANUKANAKINA/MIGUEL PIPA + ANA DEUS
23H30 dança COMPANHIA AO VENTO + música LUÍS COSTA
24H00 concerto PAPERCUTZ
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DJ sets [*local a designar]
valter hugo mãe, Esgar Acelerado, Urbanoid

Nesse dia a lua... sei lá o que queria. é como se a cortássemos com faca, pela água. A boca. Ah!


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Opinião: Ecos e defeitos na conversa sobre “A proposta de lei sobre o estatuto das línguas nacionais”


Vai subindo de tom a conversa sobre “A proposta de lei sobre o estatuto das línguas nacionais”, apresentada pelo Ministério da cultura e que alguns deputados e estudiosos acham que deve mudar a designação para "línguas de origem africana". Como é de esperar num país com tão fresco "complexo de assimilado", não faltam fazedores de opinião que rotulam de preconceituoso quem apoia a tentativa de maior protecção e divulgação das línguas nacionais (as indígenas de outrora). Desenterrou-se como “arma de arremesso” o facto histórico de os khoisan serem os mais antigos no território que hoje é Angola. Está-se mesmo perto de dizer que o Kimbundu, o Cokwe, o Kwanyama, o Ngangela, o Umbundu, entre outras de origem Bantu, bem como a dos khoisan, chegaram para cá à mesma época que o capitão Paulo Dias de Novais ou o descobridor Diogo Cão.

Sou de opinião que, conquistada a independência, se negligenciou um bocado a gestão das políticas culturais na vertente das línguas nacionais (entenda-se promoção de estudos sobre aspectos de identidade etnolinguistica e tudo a isso inerente). A prioridade recaiu para a busca da estabilidade nacional e formação de quadros.

É certo que a vontade e a visão do detentor do poder acabam prevalecendo sempre, quando se fala de políticas públicas. Ainda assim, porque posso também falar, digo que não me parece justo, no mínimo, tentar agora equiparar a língua portuguesa, que, tendo em conta o seu avanço estrutural e científico, significaria claramente sobrevalorizá-la relativamente às já citadas. A nossa língua de união e oficial vai bem. E ainda bem. Mas deixemos que o Ministério da Cultura avance. A questão é, diz-se, que a Constituição não se refere a elas como línguas nacionais, mas como línguas nacionais de origem africanas. A pergunta de retórica é se terão sido consultados os nossos antropólogos na feitura da constituição. Enfim...

Os defensores da "secundarização da noção de pertença" apresentam os seus argumentos de razão legítimos e devidamente fundamentados, embora me pareça, de certo modo, um reeditar da "atitude" de "línguas indígenas". Dizem por exemplo que as línguas mais faladas em Angola são o Umbundu e o português, que não representam mais de 30% da população. Mas, só mesmo por curiosidade, por acaso dominam eles alguma dessas "línguas de origem africana", ou é o tecnicismo puro a se confundir com exotismo? Como diria M. Rodrigues Lapa, “os puristas têm a ruim tendência para considerarem uma só forma correcta” (Gramática do Português Actual, 2009. Pág. 4).

O semba e o ku-duro, muito apoiados institucionalmente, já agora bem podiam ser considerados "apenas" estilos musicais de origem africana, tal como diríamos do kwanza (apenas símbolo monetário de origem africana). Que tal?

Gociante Patissa, Benguela, 24 Novembro 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Línguas de origem africana - I

A questão linguística no país voltou à baila desde, visivelmente, o passado dia 26 de Outubro, quando a Assembleia Nacional a agendou na sessão em curso. A ministra da Cultura introduzira-a no documento intitulado “Proposta de Lei do Estatuto das línguas nacionais de origem africana”. Após a primeira peneira nas comissões de especialidade do parlamento, o enunciado ficou “Proposta de Lei que Aprova o Estatuto das Línguas de Origem Africana”. O formato passou então na generalidade, estando agora o conjunto do texto a ser esmiuçado com vista a aprovação definitiva numa segunda plenária.

A peneira preliminar argumentou contra a expressão “Línguas Nacionais”, sublinhando que a mesma perdera a nomenclatura constitucional. O parecer recordou taxativamente, citamos: 
«A designação de ‘Línguas Nacionais’ constante da Proposta de Lei fere os princípios constantes do artigo 19º e alínea n) do artigo 21º da Constituição, cujo teor em nenhum momento faz referência a ‘Línguas Nacionais». Razão, pela qual o mesmo parecer avançou a alteração para a “Proposta de Lei que Aprova o Estatuto das Línguas de Origem Africana”.


De acordo com peritos ouvidos por nós, ambas as formulações prolongam o mesmo vício lógico e literário, que importa superar. Ambas acusam uma tautologia, linguisticamente desaconselhável na perspectiva até pedagógica da lei fundamental. A bronca é a expressão ‘origem africana’. ‘Línguas angolanas’ e ‘línguas nacionais’ são sinónimos em termos de designação da genuína pertença. E uma língua angolana ou nacional é naturalmente africana.


 Ora, aqueles enunciados, em pingue-pongue entre os eleitos, dão a entender um tratamento exótico de uma língua africana qualquer a partir da Europa. Uma Europa que estaria a dar-lhe um asilo no seu berço. Não faria sentido nenhum em Portugal, por exemplo, o português ser chamado “língua nacional de origem europeia”.


Toda língua faz parte da idiossincrasia de um povo. O português faz parte da idiossincrasia lusa. As africanas, dos respectivos povos, para além da abertura mostrada em relação aquelas que acostaram nas suas terras. Nacional, etimologicamente, implica a naturalidade, o natural, o indissoluvelmente associado ao chão de um território, enfim, ao autóctone. Em África, o francês, o espanhol, o inglês, o português ou o russo, são línguas de origem europeia, para lá dos sentimentalismos de toda a estirpe.



Como, afinal, os nossos eleitos vão debelar tão óbvio belisco entre um princípio constitucional e a correcção gramatical? A ver, vamos. 


Voltaremos proximamente ao tema, nesta África, ora expectante em receber e ouvir amanhã a Exortação Apostólica do Papa Bento XVI. Um documento que será publicado no Benin, selando as 57 propostas da II Assembleia Sinodal para a África. A Assembleia decorreu no final de 2009, sob o profético lema: «A Igreja em África ao serviço da reconciliação, da justiça e da paz. “Vós sois o sal da terra… vós sois a luz do mundo” (Mt 5,13.14)».

(Uma co-produção de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Mário Santos)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Crónica: Há lugares virgens, tão virgens que a lei não os conhece


Acordei tarde no domingo, digo tarde porque me teria de apresentar no serviço às 7h30 da manhã. Na aviação, no que à empresa em que trabalho diz respeito, há somente dois feriados por ano: o Natal e o Ano Novo. Os demais são conforme a escala de serviço. No domingo não me apeteceu trabalhar, uma indisposição que não entendia, em princípio, bem porquê. Faltou-me ânimo, que muito precisa quem anda no atendimento público. Por isso mesmo, decidi faltar. Isso poderá melindrar quem anda no desemprego, mas não tenho razões para fingir.

Há somente dois lugares onde me sinto completo, em casa da minha mãe e em estúdio de rádio. Ora, não estando no radialismo activo, não restavam dúvidas sobre o que fazer. Peguei no volante, em direcção ao Lobito, para a casa da minha mãe.

Lá posto, os semblantes eram de desolação. Tinha chegado notícia do assassinato da tia Verónica Chilombo, esposa do tio Abílio Gociante, irmão mais velho de minha mãe. Faleceu na remota povoação de Ekovongo, na sequência do espancamento ocorrido dois dias antes na vila da Ganda, aproximadamente 200km da cidade de Benguela. As primeiras informações diziam que a tia se teria envolvido em briga de noras rivais, esposas do primo Lucas, professor e pedreiro. Uma pedrada na cabeça terá aberto o caminho para cinco pontos de sutura.

Como de costume, uma recolha de dinheiro foi accionada, para custear alguns víveres e as passagens de minha mãe e irmão mais velho, a quem recai a responsabilidade de representar a família, desde que partiu o pai, em Julho de 2001. Por volta das 16h00 de domingo, partiram as delegações familiares de Benguela e Lobito num veículo familiar. Só hoje se deu o regresso à base, com uma narração ainda mais tenebrosa das circunstâncias da morte da tia Verónica.

Num belo dia, primo Lucas entende visitar a casa de sua amante, convidando um amigo. Até aqui, nada fora do normal. Há, entretanto, um detalhe que muda tudo: os filhos da senhora não aceitam por nada deste mundo a relação do meu primo com a mãe deles. Ao encontrarem um homem no pátio da sua residência, procuraram saber ao que vinha. Ter-se dito amigo do Lucas foi suficiente para merecer espancamento. E não bateram pouco!

Tia Verónica, que se encontrava na Ganda a passar uns dias, socorreu-se do direito costumeiro que a idade lhe conferia e foi para lá manifestar-se indignada pela agressão dos rapazes ao amigo do potencial padrasto. A iniciativa foi vista como outro insulto pelos rapazes, que retribuíram com sova, ao ponto de a pobre anciã perder o controlo: mijou-se e defecou ali mesmo. No dia seguinte, terão surgido os mesmos agressores, desta vez apedrejando a mais-velha. Feitos os primeiros socorros, a tia entendeu recolher-se, caminhando para a remota povoação de Ekovongo, onde viria a falecer.

Pouco ou nada se diz dos agressores. Fugiram! É bem provável que se fique por isso mesmo, já que, para a minha revolta, as delegações se limitaram a evitar a surra que outros familiares sugeriam para o primo Lucas, visto como a porta de entrada da desgraça. Para agravar as coisas, Ekovongo é um lugar tão virgem, tão virgem, que a lei do Direito por lá não passou. Enquanto isso, a lei costumeira, até onde sei, preocupa-se apenas em prevenir a vingança. Não me parece haver mecanismo para a responsabilização, a não ser lá onde se pratique o “dente por dente, olho por olho”.

A última vez que estive com a tia Verónica foi no ano passado. Guardo dela aquele “espanto” que manifestava, por eu já “ser homem!”, como se na cabeça dela vivesse eternamente criança!

Gociante Patissa, Benguela, 8 de Novembro 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

(Um exemplo de luta contra exclusão baseada na cor da pele) - Africana acusa restaurante de Ghana de racismo

Elizabeth Okoro diz que não houve
 engano nem erro de interpretação (Foto: BBC)
Fonte: BBC Brazil, 2 de Novembro, 2011 (Brasília)

Uma campanha realizada por uma africana no site de relacionamentos Facebook, relatando um suposto episódio de racismo em um restaurante, gerou comoção em Gana.

Elizabeth Okoro, 26 anos, se disse chocada por ouvir do gerente do restaurante de frutos do mar The Atlantic Lobsters and Dolphins, na capital de Gana, Acra, que o local era "apenas para brancos".

"Meu amigo espanhol começou a preencher o cadastro de clientes e, naquele momento, eu disse: 'Com licença, eu também gostaria de entrar para este clube', e ele respondeu: 'Não, desculpe, é só para brancos'", disse Okoro à BBC.

"Eu não estou parafraseando, eu não interpretei mal, não foi um erro de tradução... foi uma declaração precisa", disse ela.

'Piada'

Restaurante acabou fechado pelas autoridades
de turismo de Gana (Foto: BBC)
O gerente do restaurante, o italiano Marco Ranaldi, não nega ter feito a afirmação, mas alega que tudo não passou de uma brincadeira.

"Quando eu estava dando o cartão de sócio para o espanhol, a senhora perguntou, 'Por que você não me dá um?' e eu fiz uma piada estúpida. Ela me respondeu dizendo algo como: 'Ah, mas se você fizer isso, amanhã eu volto com a polícia', e riu", disse ele.

"Eu achei que estávamos brincando. Quer dizer, eu fiz uma piada boba, mas achei que ela tinha levado como piada."

A polícia está investigando o incidente. Após uma visita do vice-ministro de Turismo de Gana, James Agyenim Boateng, as autoridades acabaram fechando o restaurante por ele não ter as licenças necessárias.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Crónica: Divagações da hora doze

Julgo ter-me já referido, nestas reflexões bloguistas, sobre como é sempre relativa essa coisa da relevância dos assuntos. As linhas de hoje não fogem muito disso. É como não almoçar em casa, que pode ser inócuo para a grande maioria, excepto para uns poucos sujeitos irremediavelmente a comerem fora de casa, por causa do serviço.

Um ano depois de conseguir o emprego de aprendiz de fotógrafo, num estabelecimento precário do bairro Santa-Cruz, no Lobito, fui transferido para a dependência do mercado informal da Catumbela. Nessa altura, entendia já de foco, revelação e impressão. E mais, era impecável no ardil de “flashiar” (na falta de material, fotografávamos de máquina vazia, cabendo ao flash completar a impressão de normalidade. No mínimo 24 horas depois, com semblante incólume, mostrávamos ao cliente qualquer rolo escuro. O resto era já previsível: queimou, há que repetir).

Uma simples barraca – barrotes, esteiras de palha, lona e panos – chamada Foto Boa Imagem. O nome foi sugestão minha. Os encravamentos da máquina fotográfica eram por mim remediados, agachado como muçulmano em hora de meditação, bastando a secretária inundar-me com todos os panos e lonas dali, numa improvisada câmara escura. Estamos em 1994, eu ia a caminho do 16º aniversário. Frequentava a 7ª classe. O entusiasmo foi curto, pois não mais almoçaria em casa. Comíamos o arroz de feijão e peixe frito, em barracas vizinhas. Na verdade, continuo almoçando fora, às vezes mais por puro hábito do que por impossibilidade.

Entre 2000 e 2007, por exemplo, durante a consolidação de uma ONG angolana por nós trazida à luz, podia bem disciplinar o horário do almoço. Eram, afinal, só 15 minutos a pé entre o escritório e a casa, mas acabávamos por consumir ração fria. Cenário diferente fora no emprego anterior, na Sonamet, que fica no centro da cidade. Em 2006 ainda, durante os três meses enquanto segunda pessoa do projecto RBC (Reabilitação Baseada na Comunidade) da Handicap International, na cidade de Benguela, tentava “patar” o almoço em casa da kota, mas lá estava aquela “resistência”. No actual emprego, a caminho de cinco anos, não é diferente. Enfim, parece irreversível… o “mal” está em ser solteiro, provavelmente.

Rendido à tal fatalidade nesses 18 anos de caçador de ganha-pão, transformo em oportunidade cada lugar público de refeições; sempre se pode aprender mais sobre gastronomia, interagir mais com colegas ou mesmo enriquecer o repertório de boatos. Soma-se a isso um aguçado sentido de observação. Por falar em observação, tenho a impressão que conheci ontem um muito exigente cliente de lanchonete, talvez o maior que há entre lobitangas.

Estava pronto o almoço, no beco ao lado da Taag, zona comercial do Lobito, lugar concorrido, que combina bem a simplicidade com o preçário. Não é nem a melhor nem a pior cozinha. Lá o tipo entra e pede kalulú. Uma vez servido, implica: não se pode misturar peixe seco com fresco! A servidora engole, perplexa, em seco. E prossegue, em tom que seria professoral, se não soasse rabugento: diz lá à cozinha, pá! Vocês não sabem, mas as coisas não são assim. Ou peixe seco, ou fresco! A rapariga tenta em tom baixo condescender, mas o cliente tem outro protesto: o quiabo não pode ser servido inteiro, isso não é ético, paTem que ser cortejado!

Não sendo para aqui chamado o que consegui saber sobre a vida e “obra” daquele compatriota, deixei o local com uma certeza: sempre se pode aprender como cozinhar mal à hora do almoço.

Gociante Patissa, Aeroporto da Catumbela, 4 Novembro 2011 

Angola, Mayacool, de improviso

Cupido, Ângelo Boss, o angolano com ritmo e poesia no seu melhor

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Poesia Umbundu: "Upongo wa fela"


Upongo wa fela




A fela,
Nye wa ñembela 
okuti mbela wiya? 
Anga kulete okuti ndulavoka?
 Wa nyola ocipundo cange 
omu nda ndawunda la mbela. 

Nye ocimangela, a fela? 
Wa sakalalisa utima wange lesanju lya mbela wiya
pwãi ocili caco mbela wosia. 
Linga ohenda ko ngunja yilo. 
kopilile mbela.
Lupukako muenle. 
Ulima ulo  ndo pongiyila ongusu.

A fela,
Ndingue ohenda 
Mbela u nena.
Kofeka a kasi kwalinga onumbi! 

António Salomão Ngandu, Benguela 31/10/11

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Urgente: Alguém que coloque quebra-molas na "praça" do Caimbambo. O perigo é iminente.

No dia dos mortos, convivi com aviões até às 14h00. Depois, fui com amigo à fazenda dele, no Caimbambo, rever os imbondeiros, com as chuvas, mais para o verde do que para o castanho. Deu também para assistir em tempo real a um atropelamento na praça, rapaz de 9 anos mais ou menos "varrido" por motociclista que vinha com velocidade a mais. Deu ainda para meter o puto na carroçaria da L200 do meu amigo, rumo ao hospital. Espero, muito mesmo, que sobreviva. Gritava de dor à entrada do banco de urgência do precário hospital municipal, já após umas palmadas na pata, aplicadas ainda no local por vendedoras e curiosas. O atropelador tentava em vão evadir-se, tendo sido, já mais tarde, levado pelo porta-bagagem do Rav4 ao serviço da polícia. Agora dá para pedir quebra-molas para aquele lugar, enquanto a mentalidade dos automobilistas atrasa a lembrar-se de reduzir a velocidade, e enquanto as crianças não aprenderem a não brincar à beira da estrada.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Prémio Quidgest Atribuído ao MSc. Carlos Pacatolo, Professor da Unipiaget Benguela


Carlos Pacatolo foi premiado com o Prémio Quidgest - Consultores de Gestão, Lda, pelo facto de ter sido, no ano lectivo 2010/2011, o melhor estudante da parte curricular do Mestrado em Economia e Políticas Públicas (área de Finanças e Administração Pública) do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, Portugal).

Será no próximo dia 17 de Novembro, pelas 15h00, na Sessão Solene de Abertura do Ano Lectivo 2011/2012, que receberá publicamente o Prémio.

Docente da Universidade Jean Piaget de Benguela, comentarista para questões sociais e políticas das rádios Morena Comercial e Rádio Benguela, Carlos Pacatolo é ainda assessor da Administração Municipal do Lobito.


O Blog Angodebates e o seu editor reforçam os parabéns ao Pacas.